Com muuuuito atraso segue um breve comentário sobre nossa ida ao Petit Paullete, na Praça da Bandeira.
Já conhecíamos o boteco de outra visita que não foi das mais agradáveis pois o local não possuía alguns itens básicos que solicitávamos (como refrigerantes bem comuns). Mas desta vez a situação foi bem melhor.
Quem chegou primeiro pediu o petisco do festival Doritos e disse que estava muito gostoso. Mas como a fome era grande acabamos indo direto pro petisco concorrente no Comida di Buteco, que chegou muito gostoso, bem apresentado e servido. Acabamos pedindo também um petisco participante de outra edição do festival e também não nos arrependemos.
Presentes ao evento o presidente Eduardo, o primeiro secretário Faber, o diretor de assuntos geriátricos Wilson e o eterno concorrente a uma vaga oficial, Marcus Vinícius.
Ficamos devendo uma foto da ocasião e segue uma de um dos petiscos que experimentamos.
Recomendamos uma visita ao bar!
quarta-feira, 25 de maio de 2011
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Lapa Café
Antes de mais nada, explico a demora na atualização: só agora me recuperei do trauma. A noite no Lapa Café marcou o início das boas descobertas de 2011, mas terminou melancólica, com meu carro rebocado pela Secretaria de Ordem Pública do Eduardo Paespalho. Mas vamos ao que interessa.
O Lapa Café, na Avenida Gomes Freire, apesar do nome que sugere um lugar para pedir um chocolate quente e um croissant, impressiona pela carta de cervejas: 700 rótulos, de todas as partes do mundo. Para acompanhar, petiscos variados. Pedimos uma costela desossada regada ao molho barbecue. Saborosa, mas o pedido teve que ser adaptado: só havia costela com ossos e o barbecue havia acabado.
Um dos sócios da casa, Júnior, veio nos servir a últma garrafa da casa da cerveja Kuntsman. Segundo ele, a cerveja chilena é uma de suas preferidas, mas a preferêcia dos clientes pelas europeias o desestimulou de fazer novas encomendas. Excelente cerveja, excelente papo com o Júnior.
A decoração do Lapa Café também merece ser destacada: geladeiras de diversas cores, modelos e tamanhos, cobrem as paredes e conferem uma informalidade intimista ao amplo espaço a princípio intimidador.
Lição do happyhour: se beber, não dirija. E se dirigir, não estacione em local proibido.
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