Finalzinho de mês...todo mundo meio dureba....
E não é que nosso primeiro secretário Faber e sua ilustríssima esposa Marina resolvem nos acolher em seu novo lar?? Pantufa parece também nos ter aprovado.
Fomos recebidos mais que cordialmente numa vilazinha dos tempos de ontem na Tijuca (ou seria Maracanã??). Após um tour pela nova casa assentamo-nos na aconchegante sala e, regados a cervejinhas, refrigerantes, frios, pastinhas deliciosas e pãezinhos ainda melhores, começamos e prolongamos um agradável batepapo.
Vale dizer que foi um dos mais frequentados este ano. Estiveram presentes Eduardo, Faber, Marina, Wilson, Márcia, Vitor e o ainda em estágio probatório e membro rotativo (caminhando prá efetivação) Marcus Vinícius.
Nota do Happy Hour deste dia: 10 (DEZ)!
Obrigado Faber e Marina!
E muitas felicidades no novo lar!!!
quinta-feira, 7 de abril de 2011
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Imaculada, Morro da Conceição
Antes de mais nada, acho importante registrar que este é um blog de peso: temos milhares de pageviews diários e podemos usar isso como artifício de chantagem para sermos melhor atendidos em nossas experiências gastronômico-boêmias. Nem sempre funciona.
O boteco da quinta-feira 24 de março de 2011 foi sugestão do Presidente Eduardo Gama e em respeito a ele vou escolher bem as palavras para descrever a noite.
Chegar ao Imaculada, na Ladeira João Homem, no Morro da Conceição, foi ótimo. O acesso, atrás do edifício A Noite, na Praça Mauá, deixou o candidato a membro pleno Marcus Vinícius de cabelo em pé, mas o que víamos, na verdade, era um pedacinho do Rio do final do século XIX escondido em meio a todo o caos urbano deste início de século XXI. Quase um portal para outra dimensão. A rua tranquila, de casas em azulejos e cantaria, é encantadora.
O charmoso espaço do bar estava infestado de pseudo-intelectuais-cult-artistas em função da inauguração de uma exposição de quadros de artistas diversos. Depois de algum tempo em meio a eles, nos refugiamos no mezanino, onde uma crosta de poeira repousava sobre a mesa.
Após a limpeza, iniciamos nossa saga em busca de bons petiscos e cerveja gelada. Os garçons (dois apenas) levavam uma média de 10 minutos para chegarem até a mesa, 5 minutos para anotarem os pedidos e meia hora para trazê-los.
Experimentamos pastéis de queijo com tomate seco, de bacalhau e de linguiça. Rolou uma pasta de berinjela acompanhando uma cesta minúscula de pães e uma porção de batata frita sem graça. Ah, teve também uma porção de bolinhos de feijão que chegou quando já nem lembrávamos mais de tê-la pedido.
O gelo acabou (e foi reposto por algum vizinho caridoso que doou duas bandejinhas de plástico com cubinhos), a coca zero também. O pão acabou. O chorinho que rolava toda quinta-feira acabou. Só não acabou a nossa esperança de emplacar um bom boteco em 2011. Até agora, só furada.
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